Meninas
Deus existe?  

Um homem foi ao barbeiro para cortar o cabelo como ele sempre fazia. Ele começou a conversar com o barbeiro e conversaram sobre vários assuntos. Conversa vai, conversa vem e começaram a falar sobre Deus... O barbeiro disse:
- "Eu não acredito que Deus exista como você diz".
- "Por que você diz isto?" - o cliente perguntou.
- Bem, é muito simples. Você só precisa sair na rua para ver que Deus não existe. Se Deus existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas? Se Deus existisse, não haveria dor ou sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas".
O cliente pensou por um momento, mas ele não quis dar uma resposta para prevenir uma discussão. O barbeiro terminou o trabalho e o cliente saiu.
Neste momento, ele viu um homem na rua com barba e cabelos longos. Parecia que já fazia um bom tempo que ele não cortava o cabelo ou fazia a barba e ele parecia sujo e arrepiado.
Então o cliente voltou para a barbearia e disse ao barbeiro:
- "Sabe de uma coisa? Barbeiros não existem".
- "Como assim eles não existem?" - perguntou o barbeiro.
- "Eu estou aqui e eu sou um barbeiro".
- "Não!" - o cliente exclamou. "Eles não existem, porque se eles existissem não existiriam pessoas com barba e cabelos longos como aquele homem que está andando ali na rua".
"Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que as pessoas não me procuram, e isso é uma opção delas".
- "Exatamente!" - afirmou o cliente.
"É justamente isso, Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo".  


Obrigado, mamãe!
 
MAMÃE, já perdi as contas das noites que fico acordada pensando em tudo que você me fez, mesmo quando estava na cama daquele hospital que foi nossa casa durante seis meses, você se preocupava comigo. Eu não tinha coragem para lhe agradecer pela minha vida, personalidade, agradecer pela pessoa que você fez eu ser, carinhosa, meiga, honesta, humilde, eu sou isso porque eu cresci tendo uma pessoa assim ao meu lado, olhando sempre para uma mãe que foi maravilhosa e que tinha um jeitinho especial e carinhoso de resolver as coisas. Bom, estou aqui hoje diante de tantas e tantas pessoas para agradecer à você por todo carinho e atenção, em especial te agradeço por você ter se esforçado para sobreviver à aquele enfermidade maligna que afastou você de mim, se esforçou até o ultimo momento sabia que um minutinho a mais comigo significava muito para você. Você me falou que se existisse alguma forma de ficar comigo que você ficaria, então se esta forma existe você esta vendo esta carta... engraçado, sempre nas dificuldades sinto sua presença, pode até ser a saudade que esteja me enlouquecendo, mas isso não importa o que importa é que você significa na minha vida. Vou confessar uma coisa muitas e muitas vezes cheguei pertinho de você para dizer TE AMO mas sempre deixava para o outro dia acreditava que teria você para sempre, como me arrependo, se o tempo voltasse juro que ia gritar para todo mundo ouvir: TE AMO, TE AMO, TE AMO... Quero agradecer-lhe também pelas broncas e conversas sérias que teve comigo eu achava que era besteira sua, preocupação de mãe, hoje sei o quanto foi importante para mim ser chamada à atenção quando fazia algo que achava que era certo. Te agradeço por ter confiado em mim, acreditado que eu mesmo sozinha , sem você, iria conseguir vencer, tudo que sou e tenho devo a Deus e a você. Foi tudo como você falou, encontrei na minha vida vários obstáculos eu encontrei espinhos, pedras, muros altíssimos, e até me decepcionei com pessoas que juravam ser minhas melhores amigas, porém seguir teu exemplo e não desistir... por isso conseguir vencer. OBRIGADO MAMÃE, por você ter me preparado tão bem para enfrentar este mundo tão mau.

Marcas de Batom no Banheiro...

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.
O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.
Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.
No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho.
O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história: Há professores e há educadores...

Comunicar é sempre um desafio! Às vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

Você pode escolher

- Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria.
- Você pode assumir a sua individualidade ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.
- Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis e não ficam bem para pessoas sérias e bem situadas como você.
- Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus.
- Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela a falta de gente à sua volta.
- Você pode ouvir o seu coração e viver apaixonadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.
- Você pode deixar como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
- Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
- Você pode amaldiçoar sua sorte ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a Vida lhe oferece.
- Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.
- Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas caminhar firme em direção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer.
- Você pode viver o presente que a Vida lhe dá ou ficar preso a um passado que já acabou - e portanto não há mais nada a fazer - ou a um futuro que ainda não veio - e que portanto não lhe permite fazer nada.
- Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo das coisas que você é e possui ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria.
- Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por consequência, melhorando tudo que está à sua volta ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar.
- Você pode continuar escravo da preguiça ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu Plano de Vida.
- Você pode aprender o que ainda não sabe ou fingir que já sabe tudo e não precisa aprender mais nada.
- Você pode ser feliz com a vida como ela é ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é. A escolha é sua e o importante é que você sempre tem escolha. Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar sozinho e sempre - o peso das escolhas que fizer. Você faz as suas escolhas... E suas escolhas fazem você!!! É tempo de "Natal Solidário".
Se eu fosse Papai Noel agora, alguém não estaria sozinho, sem um amigo, quem sabe ao relento, com fome, sem um irmão, sem um lar, sem ter para onde ir.
Se eu fosse Papai Noel agora, levaria a este alguém toda a legião de amigos que tenho, que não o conhecem, mas passariam a conhecê-lo e a amá-lo, assim como nosso Pai nos ensinou: “ Amai-vos uns aos outros, como eu Vos amei ”. Quem me dera ser Papai Noel agora, pois atenderia cada pedido, um a um, por mais difícil que fosse, mas quem disse que não posso ser Papai Noel?
Quisera, Senhor, neste Natal armar uma árvore dentro de meu coração, e nela pendurar em vez de presentes, os nomes de todos meus amigos.
 
Os meus amigos de longe e de perto. Os antigos e os mais recentes. Os que vejo a cada dia e os que raramente vejo. Os sempre lembrados e os as vezes esquecidos.
 
Aqueles a quem eu conheço profundamente, e aqueles que não são muito conhecidos, a não ser nas aparências. Os constantes e os inconstantes. Os das horas difíceis e os das horas alegres.
 
Os que sem querer magoei e os que sem querer me magoaram. Os que pouco me devem e aqueles a quem devo muito. Meus amigos jovens e velhinhos, não esquecendo também das criancinhas, ternas amiguinhas, os nomes de todos que já passaram por minha vida.
 
Aqueles que eu conheço, sem me conhecerem, aqueles que me conhecem, sem que eu os conheça, que me admiram e estimam sem eu saber, e os que admiro e estimo sem lhes dar a entender...
 
Uma árvore de raízes profundas, para que os seus nomes nunca sejam arrancados do meu coração, seus ramos muito extensos, para receberem outros ramos. Sua sombra muito agradável para que nossa amizade seja um momento de repouso em nossas horas difíceis da vida!!!
Entro com muita fome na confeitaria. Escolho uma mesa bem afastada do movimento, pois quero aproveitar a folga para comer e passar um e-mail urgente para meu chefe. Peço uma porção de fritas, um sanduíche de rosbife e um suco de laranja. Abro o laptop. Levo um susto com aquela voz baixinha, quase um sussurro, atrás de mim.
- Dá um trocado?
- Não tenho menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, compro um para você.
Minha caixa de entrada está lotada de e-mails. Fico vendo as poesias, as formatações lindas. Ah! Essa música me leva a Londres, Paris. . .
- Pede para colocar margarina e queijo também...
Percebo que o menino tinha ficado ali.
- Ok. Vou pedir, mas depois me deixa trabalhar, tenho muito serviço.
Chega minha refeição e junto com ela meu constrangimento. Faço o pedido do guri, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir "a luta". Meus resquícios de consciência me impedem de dizer. Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pedido do menino.
- Você tem Internet?
- Tenho sim, essencial ao mundo de hoje.
- O que é Internet?
- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar. Tem de tudo no mundo virtual.
- E o que é virtual?
Resolvo dar uma explicação simplificada, na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha deliciosa refeição, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que ele fosse.
- Legal isso. Adorei!
- Menino, você entendeu o que é virtual?
- Sim, também vivo neste mundo virtual.
- Nossa! Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito ...Virtual. Minha mãe trabalha, fica o dia todo fora, só chega muito tarde, quase não a vejo, eu fico cuidando do meu irmão pequeno que chora de fome e eu dou água para ele imaginar que é sopa, minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo, pois ela sempre volta com o corpo, meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos, ceia de natal e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isso é virtual não é???
Fechei meu laptop. Mandei o garoto sentar na minha frente e dei o meu lanche para ele. Fiquei olhando o menino comer o lanche, ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e não percebemos...
Desabafo de uma mulher moderna.
 
São 7h. O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede. Estou tão cansada, não queria ter que trabalhar hoje.
Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até. Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando o com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas. Aquário? Olhando os peixinhos a nadar. Espaço? Fazendo alongamento.
Leite condensado?  Brigadeiro... Tudo, menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar. Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos à mulher e por que ela fez isso conosco, que nascemos depois dela. Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... Elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando as crianças, freqüentando saraus, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.
Aí vem uma fulaninha qualquer, que não gostava de sutiã e nem tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre: "vamos conquistar o nosso espaço". Que espaço, minha filha?
Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos... Que raios de direitos requererem? Agora eles estão aí, todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz. Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda. Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia o Bernard do vôlei. Por que, me digam por que, um
sexo, que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo.
Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir e que sapatos, bolsa, acessórios usar. Que perfume combina com meu humor? Ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas. Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unha feita, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados e especificações (ufffffffffffffffffff!!!!!!!)...
Viramos super-mulheres, mas continuamos a ganhar menos do que eles. Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?
Chega!
Eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela (ai,meu Deus, já são 7:30h, tenho que levantar!) ..
... E tem mais... Que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga "meu bem, me traz uma dose de café, por favor?", descobri que nasci para servir. Vocês pensam que eu to ironizando? To falando sério!
Estou abdicando do meu posto de mulher moderna.
Troco pelo de Amélia...
Alguém se habilita?


(Autora: uma Executiva P... da Vida)!!!
Papo entre amigos:

— Imagine que ontem à noite um ladrão entrou lá em casa!
— Nossa! Ele levou alguma coisa?
— Se levou!... Levou uma tremenda surra da minha mulher! Ela pensou que fosse eu que estava chegando!


"O pão que você segura é o pão do faminto; o vestido que guarda em sua casa é de quem está nu."
São Basílio Magno



"A caridade procede de Deus, e tudo o que ele ama nasce de Deus e conhece a Deus... porque Deus é amor (1 Jo 4,7-9). Somente o que é construído sobre Deus, sobre o amor, é durável".

Beato João Paulo II
Natal Solidario PG