KCNatal

Quantas Vezes

Quantas vezes nós pensamos em desistir,
deixar de lado, o ideal e os sonhos;
Quantas vezes batemos em retirada,
com o coração amargurado pela injustiça;
Quantas vezes sentimos o peso da responsabilidade,
sem ter com quem dividir;
Quantas vezes sentimos solidão,
mesmo cercado de pessoas;
Quantas vezes falamos,
sem sermos notados;
Quantas vezes lutamos,
por uma causa perdida;
Quantas vezes voltamos para casa,
com a sensação de derrota;
Quanta vezes aquela lágrima teima em cair,
justamente na hora em que precisamos parecer fortes;
Quantas vezes pedimos a Deus
um pouco de força, um pouco de luz;
E a resposta vem, seja lá como for,
As vezes em um sorriso,
As vezes em um olhar cúmplice,
As vezes em um cartãozinho,
As vezes em um bilhete,
As vezes em um gesto de amor;
E a gente insiste;
Insiste em prosseguir,
em acreditar,
em transformar,
em dividir,
em estar,
em ser;
E Deus insiste em abençoar,
em nos mostrar o caminho:
A todos que aqui estão
E a gente insiste em seguir,
por que tem uma missão...
"Concedei-nos Senhor: Serenidade, para aceitar as coisas que não podemos modificar; Coragem, para modificar aquelas que podemos e Sabedoria, para distinguirmos umas das outras."
Reihold Niebuhr. 
Não tenho tempo

Sabe, meu filho, até hoje não tive tempo para brincar com você.

Arranjei tempo para tudo, menos para ver você crescer.

Nunca joguei dominó, dama, xadrez ou batalha naval com você.

Percebo que você me rodeia, mas sabe, sou muito importante e não
tenho tempo.

Sou importante para números, conversas sociais, uma série de
compromissos inadiáveis...

E largar tudo isso para sentar no chão com você... Não, não tenho
tempo!

Um dia você veio com um caderno da escola para o meu lado. Não
liguei, continuei lendo o jornal. Afinal, os problemas
internacionais são mais sérios que os da minha casa.

Nunca vi seu boletim nem sei quem é a sua professora. Não sei nem
qual foi sua primeira palavra; também, você entende... Não tenho
tempo...

De que adianta saber as mínimas coisas de você se eu tenho outras
grandes coisas a saber?

Puxa, como você cresceu! Você já passou da minha cintura, está
alto! Eu não havia reparado nisso. Aliás, não reparo em quase
nada, minha vida é corrida.

E quando tenho tempo, prefiro usá-lo lá fora. E se o uso aqui,
perco-me diante da TV. A TV é importante e me informa muito...
 

Sabe, filho, a última vez que tive tempo para você, foi numa
cama, quando o fizemos!

Sei que você se queixa, que você sente falta de uma palavra, de
uma pergunta minha, de um corre-corre, de um chute na bola. Mas
eu não tenho tempo...

Sei que você sente falta do abraço e do riso, de andar a pé até a
padaria, para comprar guaraná. De andar a pé até o jornaleiro
para comprar "Pato Donald". Mas, sabe, há quanto tempo não ando a
pé na rua? Não tenho tempo...

Mas você entende, sou um homem importante. Tenho que dar atenção
a muita gente. Dependo delas... Filho, você não entende de
comércio! Na realidade, sou um homem sem tempo!

Sei que você fica chateado, porque as poucas vezes que falamos é
monólogo, só eu falo. E noventa por cento é bronca: quero
silêncio, quero sossego! E você tem a péssima mania de vir
correndo sobre a gente. Você tem mania de querer pular nos braços
dos outros... Filho, não tenho tempo para abraçá-lo.

Não tenho tempo para ficar com papo-furado com criança. Filho, o
que você entende de computador, comunicação, cibernética,
racionalismo? Você sabe quem é Marcuse, Mc Luhan?

Como é que vou parar para conversar com você? Sabe, filho, não
tenho tempo, mas o pior de tudo, o pior de tudo é que...

Se você morresse agora, já, neste momento, eu ficaria com um peso
na consciência, porque, até hoje, não arrumei tempo para brincar
com você.

E, na outra vida, por certo, Deus não TERÁ TEMPO de me deixar,
pelo menos, Vê-lo!


Autor: Neimar de Barros
Se um dia te der uma louca vontade de chorar, me chama,
Não te prometo fazer sorrir, mas posso chorar com você.
Se um dia resolver fugir; não se esqueça de me chamar,
Não te prometo convencer de ficar, mas posso fugir contigo.
Se um dia te der uma louca vontade de não falar com ninguém;
Me chama assim mesmo;
Prometo ficar bem quietinho.
Mas... se um dia você me chamar e eu não ouvir ...
Vem correndo ao meu encontro...
Talvez eu esteja precisando de você...
Irmãos, amigos, amigas e leitores,

Paz e solidariedade.

Os últimos acontecimentos do Brasil deixam claro que nunca foi fácil construir uma democracia ou sair da pobreza crônica. Nem que jogassem trilhões de dólares a fundo perdido no Brasil não sairíamos da pobreza. Brasileiros espertos dariam um jeito de se apossar daquele dinheiro. É que no Brasil O OUTRO perdeu muito da sua importância. Basta ver o aumento desenfreado da criminalidade nas nossas cidades e agora, no campo. Um país mostra que já perdeu a noção da importância do outro pelos seus índices de criminalidade, pelo descaso com as crianças e os velhinhos, pelo descaso com a saúde e pelo grau de erotismo e pornografia que ostenta, porque nesses casos o outro vira objeto e pára de ser sujeito da História.

Se não houver mudança de atitude e, da parte de todos, a consciência de que nem o pobre sai sozinho da sua pobreza, nem os mais afortunados saem do seu egoísmo sem a ajuda de todos o Brasil vai ser um país com EU DEMAIS E O OUTRO DE MENOS.  Gerações inteiras foram educadas a serem espertas e preferem seguir mais Pedro Malasartes do que Irmã Dulce. O Malasartes vendia queijo que, depois, se descobria serem pedras. Irmã Dulce com sua bondade para com os seus doentes conseguia quase tirar leite de pedra. Com pouco dinheiro fazia mais do que grandes instituições do gênero com dez vezes mais dinheiro do que ela.

Sem uma revisão dos impostos,  do sistema tributário como um todo e da Previdência; sem que os mais afortunados cedam; sem apoio à pequena indústria e à pequena propriedade; sem vontade de servir e de trabalhar duro; sem um combate sério ao desperdício, que é umas maiores chagas do Brasil, sem SOLIDARIEDADE não sairemos do atoleiro em que estamos há séculos. Os bens do Brasil nunca chegaram aos pobres. Somos um país de Epulões cercados de Lázaros por todos os lados... (Leia Lucas...)

SOLIDARIEDADE é o que acontece quando pessoas e corporações param de perguntar

           -E eu? Porque eu? E o nosso dinheiro? E as nossas conquistas? E o nosso lucro de ontem?  E os meus direitos adquiridos?

  e começam a perguntar : - E o futuro do país? E essa multidão sem perspectiva?   E os outros? E os mais pobres do que eu? E os sem teto, sem casa, sem terra e sem emprego? O que vai ser deles?

  No Brasil felizmente há milhares que lutam pelos outros e quase não têm tempo para si mesmos. Somos um dos países com o maior número de voluntários que trabalham de graça pelos outros. É o lado bom. Mas há um exército de gente que pensa apenas em si e no seu sucesso. Se der para desviar uma verba e cavar emprego para um parente é o que farão, mesmo que ele seja menos preparado do que algum outro, até mais pobre do que ele. Olha-se ainda demais para o próprio umbigo. Ainda teimamos no dá um jeitinho que é sumamente injusto e indecente. Ainda são demais os espertinhos que furam fila nos bancos, nos supermercados e nas estradas. É o jeitinho egoísta de quem se acha mais igual do que os outros.

  Nem todo sujeito simpático consegue ser solidário. Ainda somos muito do estilo "Mateus, olhe os teus que eu olho os meus". Até no jeito de pregar há milhões que passam o tempo todo falando de si, pedindo para si , ensinando uma fé pessoal cheia de  eu e Deus, Deus e eu,  salva-me, eu te louvo, eu, eu, eu. Na vida prática escrevem Deus com d minúsculo e eu com E maiúsculo... Gastam mais tempo falando de si do que de Deus.

  Adoram dar testemunhos e contar história deles e Deus. Tem "eu" demais na pregação de alguns católicos e evangélicos. Falam demais de si mesmos e do que fizeram ou Deus fez por eles. Está faltando falar do que Deus fez por outros santos muito mais santos do que nós. Ao invés do testemunho pessoal, porque  alguma vez não contam a história de Vicente de Paula, de Francisco, de São Benedito ,de Santo Antonio de Frederico Osanam, Madre Tereza, Irmã Dulce, Dom Helder e outros?

  Como professor de comunicação, às vezes tiro uma semana para gravar e analisar o que vai pela televisão. Espanta-me ver como centenas de apresentadores ou entrevistados, inclusive religiosos, se apresentam como modelo e falam mais de si do que os outros. Contei, num só programa, um religioso que falou 112 vezes seu próprio nome e 144 vezes a palavra "eu". 

  Sabemos mais detalhes da vida amorosa dos artistas de novelas ou de cantores do que de gente que passou a vida cuidando dos outros.  A meu ver, quando, para cada dez entrevistas apenas uma ressalta quem luta pelos outros está faltando naquele canal a cultura da solidariedade. Trocamos esta cultura pela cultura do vitorioso. Religiões pragmáticas e de sucesso incentivam esse discurso:

  Seja um vencedor. Eu cheguei lá. Entre para a nossa Igreja e você vai ser um vencedor... Entrei para essa igreja e agora tenho casa, carro e uma loja...Deus me deu a vitória.

  Podemos argumentar que quem não se sente vencedor não pode ajudar um derrotado. Mas há um perigo muito grande de considerarmos vencedor aquele que está do nosso lado e perdedor quem está do outro. Quando começamos a pensar assim, acaba a solidariedade e começam as escaramuças. Dividimos a vida em dois lados : o lado bom e lado mau. Os bons somos nós e os maus são os que não são como nós. Daí a falar mais dos diabos do que dos santos e a gastar mais tempo tirando demônios que colocando Jesus nos outros, é um passo.  Prestemos atenção no tempo que alguns pregadores gastam falando do demônio e no truque de acusar de parceiros do demônio os que não falam muito contra ele. Esquecem que talvez haja quem não fala muito de pecados e demônios porque gasta mais tempo falando de Jesus e de solidariedade, diálogo fraterno, construção da paz, perdão e misericórdia.

  Felizmente há muitos bons pregadores em todas as igrejas  preocupados em mostrar a maravilhas de Deus no seu povo e nos outros. As palavras PRÓXIMO, OUTRO, POVO DE DEUS precisam entrar com mais freqüência no nosso vocabulário. O quanto menos falarmos de nós e o quanto mais valorizarmos os outros melhor será para a pregação da Palavra. O grande OUTRO nos mandou seu FILHO que veio nos ensinar a ver o outro com respeito e a amar o OUTRO COMO A NÓS MESMOS.

Resgatemos o outro e talvez resgatemos a cidadania. Tiraram o D e o S da palavra Deus e o que sobrou anda fazendo mais estrago do que bem!  Pensemos nisso em setembro que é o mês da Bíblia, um livro que tem mais OUTRO do que EU.

Abraço e PAZ.

Pe. Zezinho scj 

Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? (Tiago 2, 15-16)
Bondade é tudo

Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente tinha sobrevivido a mesma doença e parecia ter, então, anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda situação para o menino e perguntou, se ele aceitava doar o sangue dele para sua irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse:
"Tá certo, eu topo já que é para salvá-la..."
A medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós, ao voltar as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e
perguntou com uma voz trêmula: "Eu vou começar a morrer logo, logo ? "
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã ! 
       

(Desconhecemos o autor)

Era uma vez


Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano

"Por que está fazendo isso?" perguntou o escritor.

"Você não vê?" explicou o jovem "A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".

O escritor espantou-se:

"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma"

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor:

"Para essa aqui eu fiz a diferença..."

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Faça diferença na vida de alguém hoje. Uma palavra de estímulo, um pequeno elogio é algo que com certeza vai ser importante.

O FARMACÊUTICO E A CRIANÇA

     João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do
     interior. Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na
     existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo
     material.
     Um certo dia, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma
     criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que
     se ela não tomasse o remédio logo iria morrer. Muito nervoso,
     após a insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia pra
     pegar o remédio.
     Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou
     pegando o remédio mesmo no escuro e entregando a criança que
     agradeceu e saiu dali as pressas.
     Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado pra
     criança e que se sua mãe o tomasse seria morte instantânea.
     Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito.
     Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e
     começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não
     o deixasse passar por assassino.
     De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao
     virar deparou-se com a criança a dizer:
     --- Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que cai e quebrei o
     vidro do remédio, dá pro senhor me dar outro?

     MORAL DA HISTÓRIA: Deus está sempre nos ajudando, nós é que não
     percebemos isso...


Consideras-te amigo porque não dizes uma palavra má. - É verdade; mas também não vejo uma obra boa de exemplo, de serviço... - Esses são os piores amigos. 
S. Josemaría Escrivá de Balaguer

Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão e, ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada homem vai embora com um; porém, se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando uma idéia e, ao se encontrarem, eles trocam as idéias, cada homem vai embora com duas idéias.
Quem sabe é este mesmo o sentido: repartir idéias, para todos terem pão...

“Só uma Juventude organizada, será uma Juventude forte”.  (PUEBLA, 1185/1188).

"Lembre disso: se o Natal não é achado em seu coração, você não o achará debaixo da árvore."

De mãos dadas somos força,

Desunidos, impotência.

Isolados somos Ilhas

Juntos somos Continentes

Do mundo mais conscientes!

Solidários, somos massas

Reflexivos, somos grupo

Unidos, somos número

Dispersos, somos vozes no deserto!

Solidários , só com palavras

Nos perdemos no tempo

Com ações concretas

Construiremos sempre...

A VIDA... PEQUENOS GESTOS...

"Tome um sorriso E doe-o a quem Nunca o recebeu. Tome um raio de sol E faça com que atinja Lá onde reina a noite. Descubra uma fonte para banhar Quem vive no barro. Derrame uma lágrima Para colocá-la no rosto De quem nunca chorou. Tome sua coragem E coloque-a no espírito De quem não sabe lutar. Descubra a vida E narre-a a quem Não consegue entendê-la. Pegue a esperança E viva na sua luz. Retome a bondade E doe-a a quem Não sabe doar. Descubra o amor E faça o mundo conhecê-lo."
Autor: ( Gandhi )

AGORA

Hoje existem edifícios mais altos e estradas mais largas,
porém mentes pequenas e pontos de vista estreitos.
Gastamos mais, porém desfrutamos menos.
Temos casas maiores, porém famílias menores.

Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimentos, porém menos discernimento
Temos mais remédios, porém menos saúde.

Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos valores humanos.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos mais.

Chegamos à Lua, porém não conseguimos atravessar a rua
e conhecer nosso vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral....

É tempo de mais liberdade, porém de menos alegrias..
Temos mais comida, porém menos vitaminas....

Por tudo isso, proponho que de hoje em diante...
você não deixe nada "para uma ocasião especial",
porque cada dia já é uma ocasião especial.

Procure Deus,conheça-O.
Leia mais.

Sente na varanda e admire a paisagem sem
se importar com as tempestades.
Curta o seu dia, com as pessoas que ama.
Coma sua comida preferida.
Visite os lugares que gosta.

A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados,
não devemos deixá-los passar.
Use suas taças de cristal.
Não guarde seu melhor perfume, use-o agora.

As palavras, como "Um desses dias", "Algum dia",
você deve eliminar de seu vocabulário.
Escreva AGORA aquela carta que pensava escrever "Um desses dias".
Diga a seus familiares e amigos o quanto os ama.

Não adie nada que possa somar à sua vida sorrisos e alegria.
Cada dia, é especial... e você não sabe se esse dia será o último...
Se você é uma pessoa que usa muito a frase:
"um desses dias", pense que "um desses dias"
pode nunca chegar...

(Autor Desconhecido)

PARA RIR:
Naquele ônibus lotado, o cara começa a gritar:
- Quem foi que perdeu um maço de dinheiro amarrado com um elástico?
Um monte de gente começa a gritar:
- Eu! eu! eu! eu!
- Calma, galera...calma, eu só achei o elástico! - diz o dito cujo.
Vou contar-lhe um fato corriqueiro, que inesperadamente trouxe-me uma grande lição de vida.

Era um fim de tarde de sábado, eu estava molhando o jardim da minha casa, quando fui interpelada por um garotinho com pouco mais de 9 anos, dizendo - Dona, tem pão velho?

- (Essa coisa de pedir pão velho sempre me incomodou desde criança. Na adolescência descobri que pedir pão velho era dizer - me dá o pão que era meu e ficou na sua casa).

Olhei para aquela criança tão nostálgica e perguntei:

- Onde você mora?

- Depois do zoológico.

- Bem longe, hein!

- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer.

- Você está na escola?

- Não. Minha mãe não pode comprar material.

- Seu pai mora com vocês?

- Ele sumiu.

E o papo prosseguiu, até que eu disse-lhe - Vou buscar o pão, serve pão novo?

- NÃO PRECISA NÃO, A SENHORA JÁ CONVERSOU COMIGO!

Esta resposta caiu em mim como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e a falta de amor desta criança. Deste menino de apenas 9 anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo, de uma conversa amiga.

Caro irmão, quantas lições podemos tirar desta resposta NÃO PRECISA NÃO, A SRA. JÁ CONVERSOU COMIGO. Que poder mágico tem o gesto de falar e ouvir com amor!

Alguns anos já se passaram e continuam pedindo "pão velho" na minha casa e eu dando "pão novo", mas procurando antes compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem. Este pão de amor não fica velho, porque é fabricado no coração de quem acredita naquele que disse - "Eu sou o pão da vida". - E deixou-nos um novo mandamento "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

Depois daquele sábado eu acho que pedir pão velho" significa dizer - Converse comigo, dê-me a alegria de ser amado.
Autor Desconhecido

Natal Solidário luz